Mostrando postagens com marcador MUSICA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MUSICA. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Baitaca - Tapera

====================


TAPERA  
BAITACA
Vertente de água, um matinho nos fundo
Casebre por fundo, que os oitões caíram,
Parece mentira, meu primeiro lar,
Volto a visitar, o meu peito suspira

https://youtu.be/bm7H85OoKJo


============================

==============================

sábado, 31 de dezembro de 2016

Flavio Brasil - Pout-pourri Modas (catira) participação Daniel Beira Rio

================================
========================

terça-feira, 15 de março de 2016

CHUVA NA ROÇA

==

O Ritmo da Chuva
Compositor: John Gummoe E Demetrius

Olho para a chuva que não quer cessar
Nela vejo meu amor
Essa chuva ingrata que não vai parar
Pra aliviar minha dor

Eu sei que o meu amor pra muito longe foi
Numa chuva que caiu
Oh gente por favor pra ela vá contar
Que o meu coração se partiu

Chuva traga o meu benzinho
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar

*Assovio*
Uuuuhhh Uuuhhhh Aaah Ahhhh
Uuuuhhh Uuuhhhh Aaah Ahhhh

Chuva traga o meu benzinho
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar

Oh chuva traga o meu amor
Chove chuva traga o meu amor Uooouh
Oh chuva traga o meu amor
Chove chuva traga o meu amor Uuuuh
===

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Vide, Vida Marvada

============


Vide, Vida Marvada

Compositor: Rolando Boldrin
Corre um boato aqui donde eu móro
Que as mágoas que eu choro são mal ponteada
Que no capim mascado do meu boi
A baba sempre foi santa e purificada

Diz que eu rumino desde menininho
Fraco e mirradinho a ração da estrada
Vou mastigando o mundo e ruminando
E assim vou tocando essa vida marvada

É que a viola fala alto no meu peito humano
E toda moda é um remédio pros meus desengano
É que a viola fala alto no meu peito, mano
E toda a mágoa é um mistério fora desse plano

Prá todo aqueles que só fala que eu não sei vivê
Chega lá em casa pruma visitinha
Que no verso e no reverso da vida inteirinha
Há de me encontrar no cateretê
Há de me encontrar no cateretê

Tem um ditado dito como certo
Que cavalo esperto não espanta a boiada
E quem refuga o mundo resmungando
Passará berrando essa vida marvada

Compadi meu que inveieceu cantando
Diz que ruminando dá pra ser feliz
Por isso eu vagueio ponteando
E assim procurando a minha flor-de-liz


Link: http://www.vagalume.com.br/renato-teixeira/vide-vida-marvada.html#ixzz40F9MzD8E
==============

ASA BRANCA

====


ASA BRANCA

Asa Branca
Compositor: Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira

Quando oiei a terra ardendo
Gual a fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão

Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce eu disse, adeu Rosinha
Guarda contigo meu coração
Entonce eu disse, adeu Rosinha
Guarda contigo meu coração

Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva caí de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Espero a chuva caí de novo
Pra mim vortar pro meu sertão

Quando o verde dos teus oio
Se espaiar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração

====

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

NATUREZA

===


NATUREZA
ABEL & CAIM
Olha seu moço como é linda a natureza
No sertão quanta beleza que Deus fez pra gente ver
A luz da lua sobre as águas refletidas
Tem uma cor parecida como as flores do ipê.

Não há, não há lugar igual aqui
A lua faz morada no sertão onde nasci

Olha seu moço a cachoeira murmurando
A cerração levantando bem lá na curva do rio
O joão-de-barro fez seu ninho bem forrado
Para dormir sossegado quando é noite de frio

Não há, não há lugar igual aqui
A lua faz morada no sertão onde nasci

Olha seu moço um sertanejo cantando
Suas queixas revelando ao amigo violão
Com muito orgulho eu lhe digo face a face
É aqui também que nasce a poesia e a canção

Não há, não há lugar igual aqui
A lua faz morada no sertão onde nasci
Não há, não há lugar igual aqui
A lua faz morada no sertão onde nasci

====

terça-feira, 25 de agosto de 2015

VELHA PORTEIRA

@@@@@@@@@



VELHA PORTEIRA
Lourenço e Lourival

Ao passar pela velha porteira
Senti minha terra mais perto de mim
De emoção eu estava chorando
Porque minha angústia chegava ao fim

Eu confesso que era meu sonho
Rever a fazenda onde me criei
Não via chegar o momento de abraçar de novo
Meu querido povo que um dia eu deixei

Que surpresa cruel me aguardava
Ao ver a fazenda como transformou
Quase todos dali se mudaram
E a velha colônia deserta ficou

Os amigos que ali permanecem
Transformaram tanto que nem conheci
E eles não me conheceram e nem perceberam
Que os anos passaram e eu envelheci

E você, minha velha porteira
Também não está como outrora deixei
Seus mourões pelo tempo roídos
No solo caídos também encontrei

Já não ouço as suas batidas
Seu triste rangido lembranças me traz
Porteira na realidade, você é a saudade
Do tempo da infância que não volta mais

@@@@@@@@@