sexta-feira, 28 de outubro de 2016
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
Zé do Rancho e Zé do Pinho - MEU SÍTIO, MEU PARAÍSO - ***RARIDADE***
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GOIANO E PARANAENSE 1999 - A VIOLA E A PESCARIA
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A Viola e a Pescaria
Goiano e Paranaense
Um dia me perguntaram, respondi com alegria
Das coisas que eu mais gosto, que alegram meu dia dia
Gosto de mulher bonita, de viola e cantoria
Pra completar meu prazer, eu gosto de pescaria
Uma viola afinada levo dentro da canoa
Eu pesco na correnteza e também pesco na lagoa
Quando fisgo um peixe grande eu fico sorrindo à toa
Na pescaria não falta também uma pinga boa
No estado de Mato Grosso onde eu vou pescar pintado
Às vezes pego a caranha e também algum dourado
Dourado é um peixe que pula quando ele é bem fisgado
Fisgar um peixe no anzol deixa a gente entusiasmado
Nunca reclamei da sorte pois eu tenho muita fé
Quando tiro minhas férias vivo a vida como é
Na barranca desse rio bato palma e bato pé
Mas o peixe que eu mais gosto tem o nome de mulher
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A Viola e a Pescaria
Goiano e Paranaense
Um dia me perguntaram, respondi com alegria
Das coisas que eu mais gosto, que alegram meu dia dia
Gosto de mulher bonita, de viola e cantoria
Pra completar meu prazer, eu gosto de pescaria
Uma viola afinada levo dentro da canoa
Eu pesco na correnteza e também pesco na lagoa
Quando fisgo um peixe grande eu fico sorrindo à toa
Na pescaria não falta também uma pinga boa
No estado de Mato Grosso onde eu vou pescar pintado
Às vezes pego a caranha e também algum dourado
Dourado é um peixe que pula quando ele é bem fisgado
Fisgar um peixe no anzol deixa a gente entusiasmado
Nunca reclamei da sorte pois eu tenho muita fé
Quando tiro minhas férias vivo a vida como é
Na barranca desse rio bato palma e bato pé
Mas o peixe que eu mais gosto tem o nome de mulher
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sexta-feira, 26 de agosto de 2016
PIMENTA
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No meu temperamento vai um pouco de pimenta
Não é todo mundo que gosta
Não é todo mundo que aguenta.
Não é todo mundo que gosta
Não é todo mundo que aguenta.
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FLORES
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Livros e flores
Teus olhos são meus livros.
Que livro há aí melhor,
Em que melhor se leia
A página do amor?
Flores me são teus lábios.
Onde há mais bela flor,
Em que melhor se beba
O bálsamo do amor?
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domingo, 3 de julho de 2016
LIBERDADE
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Periquito Maracanã
Bia Bedran
Periquito maracanã
Cadê a sua iaiá (bis)
Faz um dia , faz um ano
Que eu não vejo ela passar(bis)
Ora vai chegando,
Ora vai chegando
Ora vai chegando até chegar
Ora vai afastando,
Ora vai afastando,
Ora vai afastando até afastar
Ora vai abaixando...
Ora vai sentando...
Ora vai deitando...
Ora vai rolando..
Ora vai dormindo...
Ora vai dormindo até sonhar!
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ESTRADA ENLUARADA
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Lua Prateada
Silveira e Silveirinha
É altas horas já é madrugada
é noite fria e eu já vou partindo
lá bem distante pego a recordar
a despedida e as lágrimas caídas
Vou soluçando pela estrada afora
no troteado do meu alazão
o galo canta lá no pé da serra
e o gado berra lá no paiadão
A lua cheia lá no céu clareia
Iluminando as verdes matas
o meu ruzio pisando macio
silencioso das quatro patas
Da reta estranha cortando as montanhas
Eu vejo ao longe aquela ingrata
vou protegido pela luz prateada
cortando as estrada
a saudade me maltrata (2x)
"Vou deixando esta terra
o meu destino é viajar
destante desta moçada
a saudade vem apertar
adeus morena bonita
um dia eu volto pra te buscar"
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segunda-feira, 2 de maio de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
segunda-feira, 11 de abril de 2016
terça-feira, 15 de março de 2016
CHUVA NA ROÇA
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O Ritmo da Chuva
Compositor: John Gummoe E Demetrius
Olho para a chuva que não quer cessar
Nela vejo meu amor
Essa chuva ingrata que não vai parar
Pra aliviar minha dor
Eu sei que o meu amor pra muito longe foi
Numa chuva que caiu
Oh gente por favor pra ela vá contar
Que o meu coração se partiu
Chuva traga o meu benzinho
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar
*Assovio*
Uuuuhhh Uuuhhhh Aaah Ahhhh
Uuuuhhh Uuuhhhh Aaah Ahhhh
Chuva traga o meu benzinho
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar
Oh chuva traga o meu amor
Chove chuva traga o meu amor Uooouh
Oh chuva traga o meu amor
Chove chuva traga o meu amor Uuuuh
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quinta-feira, 3 de março de 2016
INDIO DO URUGUAI
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CHARRUAS

Índio do Uruguai
Arnaud Rodrigues
Eu conheci um velho índio do Uruguai
Que há muito já foi onde a gente nem sabe se vai
Conhece a vida traz prá frente e frente prá traz
Andou nos caminhos do vem, nas veredas do vai.
Eu aprendi com o velho índio do Uruguai,
Que a vida é de quem corre menos em busca do mais.
Disse que o mar, para na areia
Me disse que a alma é mais branca
naquele em que a carne é mais feia.
(2x)
Eu Conheci um velho índio do Uruguai
Que fez e que faz coisas índias que o branco não faz.
Me disse que a Estrela-d'alva assim que sai
É hora de falar ao Filho em nome do Pai.
Disse que o mar, pára na areia
Me disse que fome de amor
só o amor é que serve de ceia. (2x)
Eu Conheci um velho índio do Uruguai
Que fez e que faz coisas índias que o branco não faz.
Me disse que a Estrela-d'alva assim que sai
É hora de falar ao Filho em nome do Paaaaai.
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Vide, Vida Marvada
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Vide, Vida Marvada
Compositor: Rolando Boldrin
Corre um boato aqui donde eu móro
Que as mágoas que eu choro são mal ponteada
Que no capim mascado do meu boi
A baba sempre foi santa e purificada
Diz que eu rumino desde menininho
Fraco e mirradinho a ração da estrada
Vou mastigando o mundo e ruminando
E assim vou tocando essa vida marvada
É que a viola fala alto no meu peito humano
E toda moda é um remédio pros meus desengano
É que a viola fala alto no meu peito, mano
E toda a mágoa é um mistério fora desse plano
Prá todo aqueles que só fala que eu não sei vivê
Chega lá em casa pruma visitinha
Que no verso e no reverso da vida inteirinha
Há de me encontrar no cateretê
Há de me encontrar no cateretê
Tem um ditado dito como certo
Que cavalo esperto não espanta a boiada
E quem refuga o mundo resmungando
Passará berrando essa vida marvada
Compadi meu que inveieceu cantando
Diz que ruminando dá pra ser feliz
Por isso eu vagueio ponteando
E assim procurando a minha flor-de-liz
Link: http://www.vagalume.com.br/renato-teixeira/vide-vida-marvada.html#ixzz40F9MzD8E
Que as mágoas que eu choro são mal ponteada
Que no capim mascado do meu boi
A baba sempre foi santa e purificada
Diz que eu rumino desde menininho
Fraco e mirradinho a ração da estrada
Vou mastigando o mundo e ruminando
E assim vou tocando essa vida marvada
É que a viola fala alto no meu peito humano
E toda moda é um remédio pros meus desengano
É que a viola fala alto no meu peito, mano
E toda a mágoa é um mistério fora desse plano
Prá todo aqueles que só fala que eu não sei vivê
Chega lá em casa pruma visitinha
Que no verso e no reverso da vida inteirinha
Há de me encontrar no cateretê
Há de me encontrar no cateretê
Tem um ditado dito como certo
Que cavalo esperto não espanta a boiada
E quem refuga o mundo resmungando
Passará berrando essa vida marvada
Compadi meu que inveieceu cantando
Diz que ruminando dá pra ser feliz
Por isso eu vagueio ponteando
E assim procurando a minha flor-de-liz
Link: http://www.vagalume.com.br/renato-teixeira/vide-vida-marvada.html#ixzz40F9MzD8E
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ASA BRANCA
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ASA BRANCA
Asa Branca
Compositor: Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira
Quando oiei a terra ardendo
Gual a fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce eu disse, adeu Rosinha
Guarda contigo meu coração
Entonce eu disse, adeu Rosinha
Guarda contigo meu coração
Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva caí de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Espero a chuva caí de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Quando o verde dos teus oio
Se espaiar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu vortarei, viu
Meu coração
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
NATUREZA
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NATUREZA
ABEL & CAIM
Olha seu moço como é linda a natureza
No sertão quanta beleza que Deus fez pra gente ver
A luz da lua sobre as águas refletidas
Tem uma cor parecida como as flores do ipê.
Não há, não há lugar igual aqui
A lua faz morada no sertão onde nasci
Olha seu moço a cachoeira murmurando
A cerração levantando bem lá na curva do rio
O joão-de-barro fez seu ninho bem forrado
Para dormir sossegado quando é noite de frio
Não há, não há lugar igual aqui
A lua faz morada no sertão onde nasci
Olha seu moço um sertanejo cantando
Suas queixas revelando ao amigo violão
Com muito orgulho eu lhe digo face a face
É aqui também que nasce a poesia e a canção
Não há, não há lugar igual aqui
A lua faz morada no sertão onde nasci
Não há, não há lugar igual aqui
A lua faz morada no sertão onde nasci
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domingo, 10 de janeiro de 2016
DOIS MINEIROS NO CELULAR
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DOIS MINEIROS NO CELULAR
NO MEIO DA MULTIDÃO
......... ONK-SETÁ ?
==-- TOKÍ-COCÊ
.......... NOON-KÍCOCÊ ?
==-- TRAZ-DOCÊ-SÔ ...
....... FAAVERDAD-SÔ ... ONK-SETÁ ?
==-- TO-ONK-SETÁ ..
.......... MAON-COTÔ ????
==-- ONCO-SETÁ-SÔ ?? CETÁ-ONCOTÔ ....
....... NUNTÔ-TIVENO-SÔ...
==-- TOÍNOAÍ....
.... ION-KINÓISVAI ???
==-- CEVAI-ONCOVÔ
.... ISSOSEI .. MAONK SEVAI ???
==--VOKOCÊ
.... COVOCOCÊ ISSOSSEI-Ô,,, MAON-COVOCOCÊ ?
==---SEIIN NUMSÁÁ? TICONTÁ-SÔ
..... XOTIFALÁ ... SOCÊVAI-ONDINUNGOST-DIÍ , CEVAI SÓSÔ ???
==--NENCHA-USSACO-SÔ... SOTÔ-TIFALANO, OTOTIFALANO ..
.....VENKIKO-CEVÊ-UKEBAMPRATÓÓSSI
== TOBRINCAN-NAN-SÔ === GOSSDISS-NAN-SÔ...
........TO-CHEGANAÍ
=== TSPERRR..
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
JOÃO-DE-BARRO
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João de Barro
Sérgio Reis
O João de Barro, pra ser feliz como eu
Certo dia resolveu arranjar uma companheira
No vai-e-vem, com o barro da biquinha
Ele fez sua casinha lá no galho da paineira
Toda manhã, o pedreiro da floresta
Cantava fazendo festa, pra aquela quem tanto amava
Mas quando ele ia buscar o raminho
Pra construir seu ninho o seu amor lhe enganava
Mas neste mundo o mal feito é descoberto
João de Barro viu de perto sua esperança perdida
Cego de dor, trancou a porta da morada
Deixando lá a sua amada presa pro resto da vida
Que semelhança entre o nosso fadário
Só que eu fiz o contrario do que o João de Barro fez
Nosso senhor me deu força nessa hora
A ingrata eu pus pra fora, por onde anda eu não sei
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